Ontem, entrei no último ano da vintena. É engraçado, porque desde pequena sempre achei os 30 uma idade tão distante e, agora, estou quase lá!
Por coincidência, este foi o primeiro aniversário que passei sem a minha família, talvez para me mostrar como estou mesmo adulta. Até aqui, mesmo com a distância, sempre tinha tido a sorte de passar o dia com eles e este ano as coisas foram diferentes. Na verdade, é impossível repetir a magia dos aniversários de quando se era criança, por isso gostei desta experiência de aniversário a dois. Divertimo-nos bastante, até tive direito a busca de presentes pela casa e aproveitamos para conhcer alguns pontos gastronómicos de Ann Arbor, em que ainda não nos tinhamos aventurado. Foi uma emoção, porque de tanto pedir para nevar no meu dia de anos, caiu a maior neve, com direito a uma tempestade imensa. No entanto, eu achei o máximo, porque cresci com a minha avó a contar que no dia que eu nasci estava tanto frio em Lisboa que até nevou (acho que não é verdade, porque pesquisei nos jornais e não encontrei nenhum relato de neve nesse ano, mas essa era a forma de ela me mostrar que eu era especial e sempre achei mágico esse relato da neve exclusiva para mim e ontem aí esteve toda a neve!).
Então, foi uma óptima experiência de se viver, em particular, por se poder contar com a presença de todas as pessoas queridas à distância. O triste foi cantar os parabéns a dois, apesar do esforço do Cris em cantar as várias versões de parabéns que conhecia, faltavam pessoas. No entanto, ele comprou um bolo super bonito e pus aqui as fotos, assim sempre teremos mais audiência na nossa festa.